Viver sem amigos não é viver.
- Milena Velloso
- 14 de jul. de 2015
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Concordo com Cícero em gênero, número e grau. Não sei o que seria de nossa (des)aventura sem esses seres maravilhosos que chegavam sempre nos momentos mais oportunos: depois de uma semana de chuva e lama, só quem vive aqui sabe o que significa sete dias initerruptos de chuva no Vale. Você começa a questionar toda a sua existência, mas aí eles chegavam. Alguns de surpresa - que lindo que é acordar com Ananda aos berros " mãe, Gaby está no portão". Outros chegavam bem avisados e não menos queridos. Fredinho e Brenda, nossas cervejinhas geladas no Flamboyant, regadas a muita risada e histórias maravilhosas; Jô, sua trupe e toda sua generosidade ímpar e os sempre presentes de sempre Taci e Henrique, antigos companheiros de São João e movimentos escolares malucos. Mauri e Marcília que chegaram bem no comecinho, acamparam conosco e nos proporcionaram um Carnaval maravilhoso, além de uma horta, que infelizmente não vingou, mas que Mauri fez com todo amor e carinho. Cris e Gatão estiveram conosco nessa empreitada desde o começo e seu sítio, morada nobre na trilha para o Morrão, foi nosso abrigo solidário em muitos desses dias de chuva sem fim. O edredon emprestado, e que agora já é nosso, é um símbolo do acolhimento e carinho que sempre recebemos desses amigos quase irmãos. Uma galeria de fotos para vocês desfrutarem um pouco desse luxo que é ter amigos verdadeiros, companheiros e maravilhosos nessa vida. Um verdadeiro ouro.
